Por Fabiana Bellentani

Sei que este post está meio “fora de ordem”, mas escrevendo outros diários, me deu vontade de contar a história da gravidez da Carolina, já que, na época, eu ainda não tinha o blog.

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Quando contei sobre nossa decisão de ter o Felipe, comentei também que eu e meu marido sempre fomos muito discretos quanto à resolução de ter filhos. Por muitos anos, nosso discurso era de que não queríamos. E, no começo, não queríamos mesmo. Ficamos 9 anos casados até que o reloginho biológico bateu… em mim!

Começamos 2013 com o nascimento da filha de um amigo e a gravidez de outro casal muito próximo. Nesse contexto, papo vai, papo vem e logo aparece aquela famosa frase de que “mulher aos 35 está velha para ter filhos”.

Eu faria 35 em 2013 e resolvi tirar essa história a limpo com a minha médica. É óbvio que esse conceito já é ultrapassado, mas recebi algumas ponderações:

  • Minha menstruação não era nada regular, atrasava bastante. Isso significava que eu poderia ter alguma dificuldade de engravidar por não saber ao certo quando meus períodos férteis aconteceriam mensalmente.
  • O normal é que se demore até um ano para engravidar. Se eu tivesse algum tipo de dificuldade, talvez demorasse esse um ano e aí teria que partir, se quisesse, para algum tratamento de fertilização, o que também poderia levar mais um ano ou dois.
  • E aí, depois desse tempo todo, poderia acontecer de eventualmente eu já entrar em uma menopausa.

Bom, fazendo as contas de tudo, se esperasse muito tempo, passaria dos 35 para os 36, depois para os 37, 38, chegando quase nos 40. A recomendação da minha médica foi: “talvez fosse legal você começar a tentar com 35”. E saí do consultório já com a prescrição de dar início ao ácido fólico.

Comecei a tomar a vitamina sem qualquer pretensão. Até então, nada havia mudado em nosso conceito e a vida continuava da forma como estava. Na verdade, quase parei de tomar o ácido porque achava que não estava tendo propósito algum.

Chegou março e fizemos uma viagem super legal pela Itália. Nós sempre gostamos de viajar e a liberdade de poder sair sem ter que nos preocupar com época escolar, idade de filho e etc. sempre foi muito bom. E nessa toada, já em abril, estávamos no carro, coincidentemente passando em frente à uma loja de artigos para bebê, e o marido disse assim: “Acho que não quero ter filhos mesmo. A gente viaja quando quer, para onde quer, sem ter que se preocupar com o lado financeiro da história.”. Nessa hora, olhei para a loja de bebês, virei para ele e disse: “Mas eu quero!”. Não sei como ele não bateu o carro no meio da avenida! “Sério mesmo?”, ele perguntou. “Sim, sério mesmo!”. E do nada o discurso mudou: “Então, vamos nessa!”

E seguimos em frente com nossa decisão, mas mantivemos segredo da família e amigos. Na época, eu não fazia controle nenhum da minha menstruação. Nunca sabia qual tinha sido o primeiro dia do último ciclo, nem tampouco conseguia calcular quando o próximo teria início. Eu era muito desregulada!

No final de maio, mais especificamente no dia 30, feriado de Corpus Christi, eu achava que já tinha dado tempo para eu já ter menstruado de novo. E, por um acaso (para ser sincera, nem sei dizer porque razão, acho que só para um “imprevisto”), eu tinha um teste de gravidez guardado no armário há algum tempo.

No meio da manhã fiz o xixi no palitinho, fui resolver algumas coisas e quando voltei, tinham dois riscos completamente tortos no display do exame. Parecia que alguém tinha borrado um papel e colocado ali. Não era nem um negativo, nem um positivo. Não sei se o negócio já tinha perdido a validade, se o fato de eu ter guardado ele em pé alterou alguma coisa, só sei que aquele resultado não era nada.

Saímos para almoçar e compramos outro teste de farmácia. Naquele dia, receberíamos alguns amigos e, um pouco antes de começarmos com a organização a casa, fiz novo xixi no palitinho. Desci, esqueci o exame sobre a pia e voltei para ver mais tarde. Lá estavam os dois risquinhos! Eu estava grávida um mês depois de efetivamente termos começado a tentar.

Mas e aí, o que fazeríamos? Contaríamos já para os nossos amigos que nos visitariam aquele dia? Contaríamos para os nossos pais e irmãos?

Bem, resolvemos manter segredo por mais um tempo, mas essa história eu continuo depois! ; )

Por Fabiana Bellentani

Esses dias estava escrevendo sobre a gravidez do Felipe e não tenho como contar todas as histórias sem antes dividir com vocês nossa viagem para Orlando e Miami com a Carol.

Essa foi mais uma “aventura” em família, só que, dessa vez, além de nós três (quer dizer, quatro porque o Felipe já estava na barriga), minha sogra e sogro estavam juntos. ; )

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Como dividimos o tempo entre Orlando e Miami

Falar que fomos para Orlando é a mesma coisa que dizer que fomos para a Disney, certo? Está subentendido!

Quando começamos a planejar nossa viagem, tínhamos dois propósitos básicos: curtir os parques da região e fazer algumas compras e descansar em Miami. Ah! E o marido queria incluir a visita à área de paraquedismo DeLand, para fazer um salto em céus internacionais.

Sabemos que viajar com criança não é a mesma coisa que fazer uma viagem de adulto. Tudo é mais demorado: todo procedimento de acordar, café-da-manhã, organizar o que vai levar, o quarto e etc. é bem mais complexo e deve ser bem mais pensado do que simplesmente sair, comer qualquer coisa no caminho e seguir a programação de passeios do dia.

Nesse contexto, nos programamos para não fazer nada às pressas, nada correndo. Queríamos ter dias de sobra para repetirmos um parque, se quiséssemos, descansar no hotel, passear com tranquilidade e aproveitar a praia.

Reservamos, assim, 17 dias de viagem. Saímos de São Paulo no dia 01 de novembro de 2016 e voltamos no dia 19. Desses, o último dia a gente já desconsiderou, pois sabíamos que seria dedicado ao retorno. E o de ida e volta de Orlando também foram dias de estrada. Tivemos, então, na verdade, 15 dias cheios para aproveitar ao máximo e os dividimos pela metade: os 7 primeiros ficaram para Orlando e os 8 últimos para Miami.

E vale a pena ir com criança pequena para a Disney? Elas aproveitam?

Eu acho que depende. Se passar o dia todo nos parques já é cansativo para um adulto, imagine para uma criança. Eu li muito e pesquisei muito sobre o que realmente seria aproveitado pela Carol com 2 anos e 9 meses. Compreensão das coisas, entender o que estava fazendo e visitando, eu sei que ela teria. A Carol sempre se comunicou muito bem, já conhecia personagens, entendia que estávamos indo à Disney e já tinha um pique mais próximo do nosso.

Antes de viajarmos, ela já tinha a expectativa de “ir para a Disney” e hoje se recorda da viagem com muito carinho. Diz que quer voltar, não só para Orlando, como também para Miami, que ela chama de praia (humilde a menina, não?).

Então, minha opinião pessoal (e é só minha opinião pessoal mesmo) é de que vale a pena sim, mas com crianças a partir de 2 anos, 2 anos e meio e num ritmo mais leve, mais descontraído. Dá para fazer tudo ao seu tempo, sem se preocupar em estar na porta do parque na abertura ou de ficar até o fechamento.

Se quiser assistir aos shows noturnos, como do Castelo da Cinderela no Magic Kingdom ou o IllumiNations da Epcot, pegue mais leve ao longo do dia ou chegue, se for o caso, um pouco mais tarde. Permita que a criança descanse, tire suas sonecas, alimente-se bem e hidrate-se bem. Respeitar suas limitações é essencial!

Tendo tudo isso em mente, existem algumas características dos parques de Orlando que são super válidas e importantes todo mundo saber antes de ir:

  1. Crianças até 3 anos não pagam entrada, nem alimentação nos restaurantes estilo buffet. Por que isso? Muito simples: porque as atrações mais procuradas dos parques, aquelas que nós, adultos, adoramos, têm limitação de altura. Apenas crianças com mais de 1,02cm são permitidas e normalmente as com menos de 3 anos não a atingem.

Cada atração possui uma régua de altura no início da fila para que a criança seja medida. Um ou outro brinquedo possui uma restrição mais alta ou mais baixa, mas, no geral, tenha o 1,02cm na cabeça.

Isso, no entanto, não significa que você não vai se divertir. Ao contrário, vai muito! Os parques estão preparados para tudo!

  1. Todos os parques possuem o “rider switch, uma espécie de “passe livre” para casais que estão com os pequenos ou outro convidado impossibilitado de curtir a atração.

Primeira coisa a fazer é definir qual de vocês se divertirá primeiro, pois um precisará aguardar com a criança.

Antes de entrar, procure o funcionário do parque que fica naquela determinada atração (eles estão sempre em todo início de fila) e diga que quer um “rider switch”. Ele te dará um papelzinho (sim, é um papel simples mesmo) que você deverá levar consigo e entregar para o papai ou mamãe, quando sair do brinquedo.

Quem for primeiro pegará a fila normalmente, demore ela 15 minutos ou 2 horas. O segundo convidado, no entanto, entrará pela saída da atração e não pegará fila alguma. Basta entregar o tal papelzinho para um dos funcionários internos do brinquedo, que ele te colocará num assento livre imediatamente. É o mesmo tratamento que os parques dão a deficientes físicos ou com necessidades especiais. Não pegam fila, são alocados sem espera.

  1. Os parques (pelo menos os da Disney) possuem serviço de locação de carrinho de bebê, se necessário. No entanto, a diária é de USD 15,00 (preço para novembro de 2016) e, dependendo da quantidade de dias que ficar, vale mais a pena comprar um carrinho guarda-chuva mais simples em alguma loja de artigos de bebê e descartar no final da viagem (eles podem custar até menos de USD 40,00).
  1. Os parques também possuem serviço de locação de cadeira de rodas simples e motorizadas (veículos elétricos (ECV)), caso haja necessidade. Se estiver viajando com um vovô ou uma vovó que tenha dificuldade de andar, a locação pode ajudar bastante a ele e a vocês que poderão usar a cadeira de “base operacional” (rs!).

Quais parques fazer em Orlando com uma criança pequena?

Diante de tudo que comentei e uma das coisas que mais me perguntam é se vale a pena se programar para ir a todos os parques de Orlando, considerando que uma criança pequena provavelmente não poderá curtir grande parte das atrações.

Na minha opinião, não vale. Para mim, o ideal é fazer os parques direcionados e com atrações mais adaptadas à idade delas.

Quando compramos os ingressos, tínhamos nos programado para fazer o Magic Kingdom, a Epcot, o Animal Kingdom e o Hollywood Studios, todos da Disney, os dois parques da Universal (o Islands of Adventure e a Universal Studios) e o Sea World.

Depois de Epcot, Magic Kingdom e Animal Kingdom, percebemos que não rolaria ir ao Hollywood Studios e à Universal, pois estes têm temática “para gente grande”. Acabamos cancelando parte dos nossos ingressos e optamos por um parque aquático (o Typhoon Lagoon) da Disney, muito mais divertido para a Carol.

Sem sombra de dúvidas, esses que mencionei são os que oferecerão maior número de atrações que poderão ser aproveitadas pelos pequenos.

Se, de qualquer forma, for decisão do casal ir a parques com mais montanhas-russas e experiências de fazer o coração sair pela boca (rs!), tenham em mente que, para a criança, será mais maçante e um de vocês deverá sempre estar com ela.

Como e onde comprar os ingressos

Outra coisa super importante é saber como comprar os ingressos, já que todos os parques oferecem alguns combos promocionais e preços diferenciados em função do número de dias adquiridos.

Disney: A Disney possui um site oficial americano e um site oficial brasileiro. É possível fazer a compra dos tickets, em dólares, pelo americano, mas não pelo nosso nacional. Aqui no Brasil, só através das agências de viagens indicadas (já explico isso melhor).

A Disney oferece desconto em função dos dias de ingressos comprados, além das opções dos parques aquáticos, do Park Hopper (que te dá direito a mudar de parque mais de uma vez por dia), do Park Hopper Plus (mesma coisa que o Park Hopper, só que com direito aos parques aquáticos) e uma ou outra promoção de horário estendido.

E não existe ingresso específico por parque, ou seja, ao comprar, você escolhe qual parque quer fazer, dentro dos quatro oferecidos pelo complexo (Magic Kingdom, Animal Kingdom, Epcot e Hollywood Studios), além dos aquáticos (Typhoon Lagoon e Blizzard Beach), se estes forem opção.

Universal: A Universal possui dois parques, o Universal Studios e o Islands of Adventure, além de um aquático, o Volcano Bay, menos procurado em relação aos da Disney. A atração do Harry Potter fica dentro dos parques temáticos e dá passagem do Studios para o Islands of Adventure.

Comprando online, é possível adquirir 2 ou 3 dias de acesso ilimitado ao Studios e o Island of Adventure, incluindo a City Walk, que é um “calçadão” com lojas, teatros e restaurantes na parte externa.

Sea World: Aqui não tem muito segredo, é comprar ou não. O Sea World possui também outros parques, com os quais é possível se fazer combo de compra, mas aí vale a pena avaliar se é interesse da família, já que o complexo já não é tão mais procurado como antigamente.

Nós fomos porque achamos que seria interessante para a Carol conhecer e se divertir, mas nos arrependemos um pouco.

Onde comprar

Antes de comprar, vale a pena comparar preços, tanto em relação ao site americano da Disney, como às agências de viagem brasileiras indicadas na própria página nacional.

Se comprar pelo Brasil, paga-se em reais e com possibilidade de parcelamento, apesar de haver uma taxa adicional de serviço da agência. Normalmente, o valor em reais é mais caro que o em dólar convertido, mas aí indico prestar atenção nas promoções.

Em novembro do ano passado, o Decolar.com oferecia a compra de 4 dias de parques da Disney, ganhando o 5º e ainda um dia adicional de qualquer aquático. Ou seja, pagaríamos 4, pelo preço de 6 dias de ingressos.

Lembro que fazendo a compra desse pacote, mais os ingressos da Universal (que acabamos cancelando no meio da viagem e tivemos a facilidade de conseguir o reembolso sem qualquer transtorno) e o da Sea World, em reais, com a taxa adicional de serviço, saía mais barato e com opção de parcelamento, do que comprar a mesma quantidade de tickets pelos sites oficiais americanos, sendo que o da Disney não oferecia a mesma promoção.

O que comprar diante de tantas opções?

Bom, nós consideramos tudo que expus acima e foi o que realmente aconteceu: com uma criança pequena, sabíamos que dificilmente conseguiríamos fazer mais de um parque por dia, então a opção do Park Hopper da Disney já foi descartada.

Também sequer procuramos qualquer promoção com horário estendido porque também não era nossa intenção ficar da abertura ao fechamento. Além disso, ficamos em um dos hotéis da Disney, o que já proporcionaria, se quiséssemos, horário antecipado de entrada e saída em parques e dias determinados.

Compramos, então, pelo Decolar.com, o combo que comentei, mais o 2Park Explorer Ticket da Universal (que cancelamos) e o ingresso da Sea World.

Minha sugestão é ficar restrita ao Magic Kingdom, Animal Kingdom, Epcot, Typhoon Lagoon e Blizzard Beach e, eventualmente, ao Sea World, nem que seja para repetir os passeios mais atrativos para as crianças.

Nos próximos dias, conto mais sobre nosso planejamento de voo e locação de carro. ; )

Por Fabiana Bellentani

Quando engravidei da Carol, ainda não tinha o blog, então nunca relatei como tinha sido meu primeiro, segundo e terceiro trimestres.

Agora, com o Felipe, não só consigo contar sobre a gestação dele, como também comparar com a da Carolina.

Primeiro_trimestre_gravidez_Felipe

Enjoos

Quando descobri a gravidez do Felipe já estava com 6 semanas. Até então eu estava bem. Quer dizer, já tinha tido uma dor de cabeça muito forte e alguns enjoos esporádicos, mas como foram concomitantes ao mal estar da dor, ainda não os relacionava à gravidez.

Na 7ª semana comi um cachorro quente que preparamos em casa e, de lá pra cá, a coisa desandou. Na noite do “fatídico” hot-dog, tive vômito e diarreia. Depois disso, fiquei até a 16ª semana com enjoos diários. Passava a manhã bem, próximo à hora do almoço tinha dor de estômago, almoçava sem problemas, salivava durante a digestão e, em seguida, vinha o enjoo que se estendia até o final do dia. Escovar o dente ou passar fio dental era um martírio. Tinha que respirar fundo para passar a escova no fundo da boca, para não estimular o vômito.

E aí todo mundo me perguntava: “E na da Carol, também foi assim?”. Não, não foi. Eu tinha, sim, enjoos, mas eram poucos. Nunca cheguei a vomitar. Agora, em compensação, vomitei tudo que podia e não podia. A parte boa, pelo menos, é que, após um tempo, o vômito passou a vir sempre depois da digestão já ter sido feita, então, quando saía alguma coisa era só água, nada de comida. Risco zero de ficar com fraqueza ou desnutrida.

Paladar

Meu paladar mudou bastante também. Eu sempre adorei comida bem temperada, com bastante cebola e alho. Desde o primeiro trimestre, no entanto, se como, fico com uma sensação ruim de mal estar estomacal. E café também saiu da lista. Tomo de manhã, misturado no leite, mas, além disso, não desce nem o descafeinado. E fruta passou a ser minha preferência em relação ao doce. Na gravidez da Carol foi a mesma coisa. Acho que por isso, inclusive, que ela gosta das mesmas frutas que eu. Comi muito na gestação dela e estou repetindo a dose na do Felipe!

Dor no abdômen

Além dos enjoos, também senti um incômodo dolorido na parte baixa do abdômen. Minha médica explicou que meus músculos já têm o “histórico” de uma gravidez e, por isso, estão se “abrindo” mais rápido agora. A dor é perfeitamente normal, mas está diretamente associada ao esforço físico. Quando ando mais, ou faço mais esforço, dói mais. Mas já aprendi a me conter e saber até onde posso ir. Na gravidez da Carol também tive essa dor, mas bem pro final, quando a barriga já estava grandona.

Barriga

Bom, por falar em barriga. Agora ela apareceu mais cedo. Na gravidez da Carol, lembro de ter viajado com aproximadamente 5 meses e ainda com minhas roupas normais. Se eu não dissesse nada, ninguém sabia que tinha um bebê ali dentro.

Dessa vez, a barriga já estava inchada com 12 semanas. Tirei minhas roupas de grávida do armário assim que percebi que os vestidos ficavam com a calcinha marcada na cintura e que as calças estavam ficando com o botão de cima aberto.

Seios

Lógico que, junto com a barriga, os seios também cresceram! Eu nunca tive peitos avantajados, mas, neste primeiro trimestre acho que já aumentaram 1/3 do que eram. Ainda estou usando minha numeração costumeira de sutiã, mas acredito que mais um pouco terei que passar para um número maior.

Na gravidez da Carol, depois de um tempo, passei a usar top de ginástica e, quando meus ombros começaram a doer por causa da pressão, fui direto para os sutiãs que depois usaria na amamentação.

Sono

Em termos de sono, com a Carol foi demais. Por enquanto, com o Felipe, até que estou bem. Acho que tive tanta coisa para fazer neste primeiro trimestre que não tive tempo de ter sono… É claro que, no final do dia, estou sempre acabada e consequentemente, durmo melhor, mas me seguro bem nas “horas de expediente” (rs!).

Xixi

Se eu ganhasse R$ 1,00 para cada vez que vou ao banheiro, estaria rica! rs! Minha frequência de idas ao banheiro aumentou consideravelmente, tanto de dia, como de noite. Não passa uma madrugada sem que acorde para fazer xixi…

Na gravidez da Carol, a frequência urinária aumentou também da metade da gestação para a frente.

O mais gostoso!

Mas sabe qual a parte mais gostosa desse primeiro trimestre? Ter a participação da Carol no processo! Ela já assumiu o papel de irmã mais velha e cuida e conversa com o Felipe já na posição de protetora. Conta histórias, explica as coisas, oferece comida, pergunta se quer brincar, etc. Estou amando essa interação!