Por Fabiana Bellentani

Já contei vários detalhes do batizado da Carolina (desde nosso “dilema familiar” quanto a batizá-la até a escolha da igreja e cerimônia), mas fiquei devendo o almoço de comemoração e o ensaio fotográfico que fizemos depois.

Como são muitas fotos legais, hoje falo sobre o almoço e amanhã mostro o ensaio, que fica, inclusive, como sugestão de um registro de família bem legal!

Só para recapitular, depois de ponderarmos, conversarmos e até brigarmos (rs!), decidimos que faríamos uma cerimônia pequena, bem íntima, apenas com avós, tios e bisavó. Foi a forma que encontramos de satisfazer a mim e ao Eric, meu marido, celebrando o sacramento, porque era importante para mim, mas sem transformar a comemoração em algo grandioso, pois não era esse o intuito.

Mesmo com poucos convidados, tínhamos um total de 12 pessoas. E como acomodar 12 pessoas devidamente sentadas para um almoço?

Em casa não dava, pois nosso limite, para um almoço formal, é de 8 convidados. Não gosto de apertar ninguém em ponta de mesa, acho que fica desconfortável.

A solução foi levarmos a comemoração para outro lugar, mas um que fosse de nossa frequência, que gostássemos bastante. Escolhemos, então, o clube, pois assim conseguiríamos atingir dois objetivos: oferecer um almoço num lugar bacana, tranquilo e seguro aos nossos convidados e fazer um ensaio fotográfico com a Carol ao ar livre.

O resultado foi perfeito! Um restaurante com varanda descontraída, vista para uma alameda arborizada, atendimento atencioso (conhecemos os maîtres e garçons) e boa comida. E um ensaio maravilhoso, à luz do dia, com muito verde e muito amor.

Como não tínhamos mesa de doces, encomendei para cada convidado, uma caixinha em madeira forrada, preenchida com um mini-terço, um saquinho com amêndoas e dois pães de mel que fizeram as vezes do bolo.

Curtimos, brindamos, a Carolina ficou muito à vontade, se esbaldou de comer, se divertiu, dormiu e recebeu muito carinho!

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Relação de profissionais deste post

Fotografia: Carmen Fernandes (SP)

Lembrancinhas: Dpresente (SP)

Por Fabiana Bellentani

Para finalizar nossa série de posts sobre a escolha da escolinha e/ou berçário ideal, não podia deixar de falar do processo de adaptação.

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Já contei nossa experiência pessoal e como nosso comportamento, como pais, pode influenciar esse processo, então, hoje, quero dar algumas dicas gerais:

  • Na minha opinião pessoal, fuja de escolas que não permitem o período de adaptação.
  • Veja se é possível planejar com antecedência essa fase, decidindo em conjunto os melhores horários para a criança, vocês e a escola. Às vezes é possível dar início ao processo ainda no período dos cursos de férias que algumas escolas oferecem antes do início das aulas.
  • Feita a escolha, confie. O sentimento de segurança do seu filho depende dessa sua reação. Dê uma lidinha no post do link acima para entender melhor.
  • Mantenha contato próximo com a equipe de ensino nesse período, tirando todas as dúvidas que surgirem aos longo dos dias.
  • Seja paciente. Existem crianças que, em uma semana, já ficam bem. Há outras, no entanto, que passam meses até se acostumarem com o ambiente e a nova rotina.
  • Entenda o possível choro e não dramatize. É super normal que a criança chore, o que não quer dizer que ela não gosta da escola, mas, sim, que sente saudade da mãe.

Para ter todas as informações sobre a escolha da escolinha e/ou berçário, clique aqui! ; )

Por Fabiana Bellentani

No post anterior, comentei que algo a ser bem considerado é o preço da escola e esse custo não envolve apenas a mensalidade, mas uma série de pagamentos extras que a instituição apresenta de tempos em tempos.

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Mas quanto custa efetivamente um berçário ou escolinha?

Parte das informações abaixo, eu encontrei no site BabyCenter (que eu adoro), na época em que estávamos buscando a escolinha da Carolina. Aliás, tudo que pesquiso para algo específico, deixo arquivado com carinho para dividir com vocês ou consultar novamente depois, caso necessário.

Agora que a Carol já está há quase dois anos na escola, consigo adicionar minha experiência ao que tinha colhido anteriormente.

Lembrando que, para se ter uma ideia exata de quanto se gasta com a escola, precisamos considerar o ano inteiro e não apenas um mês. Assim, se desejar comparar com os gastos com a babá, some tudo e depois divida por 12, para se ter uma média mensal.

  • Mensalidade: algumas escolas cobram 12 mensalidades, outras 13, outras, ainda, te dão a opção de escolher outras formas de pagamento. Isso porque existe um valor de anuidade que é dividido. Na escolinha da Carol, por exemplo, temos, inclusive, a opção de pagar o ano todo à vista com um determinado desconto. Independentemente da forma de pagamento escolhida, verifique, se a criança sair da escola, como será feito o reembolso proporcional. Além disso, nos meses de férias, mesmo sem aula, a mensalidade é devida.
  • Taxa de matrícula ou reserva de vaga: a maioria das escolas cobra uma taxa de matrícula que equivale ao valor de uma mensalidade. E esse gasto se repete todo ano e não só quando a criança entra na escola. Trata-se da matrícula para o ano letivo seguinte.
  • Material escolar: neste item, entendo que cabe uma divisão entre itens de higiene e material escolar propriamente dito. Algumas escolas disponibilizam tudo para as crianças, fraldas, lenços umedecidos, escova de dente, etc. Outras pedem que essas coisas sejam levadas de cada, o que eu particularmente prefiro, para que a criança use os mesmos produtos com os quais está acostumada. As instituições que forneceram os itens de higiene cobram uma taxa por essa facilitação.

Quando a criança passa para os grupos da educação infantil, algumas escolas possuem um material escolar pré-definido para as atividades diárias e também cobram uma taxa de material por isso. Na escolinha da Carolina é assim. A cada semestre pagamos uma taxa de material escolar.

  • Uniforme: no berçário normalmente não é pedido, mas a partir do primeiro ano do ensino infantil é obrigatório. E por uniforme entende-se camisetas de mangas curta e longa, agasalhos (flanelados e mais leves), calças (flaneladas e mais leves), saias e/ou shorts e em quantidade suficiente para permitir trocas diárias.

Além disso, criança cresce muito rápido e logo perde tudo, além das manchas com tinta, terra, cola, etc… Ou seja, no mínimo, a cada ano, esse “kit” uniforme terá que ser refeito.

A compra do uniforme normalmente deve ser feita com um fornecedor específico (o que produz as peças com o logo da escola) e o preço tende a ser um pouco mais caro que uma peça de roupa normal.

  • Alimentação: algumas escolinhas oferecem a alimentação inclusa na mensalidade, outras cobram um valor extra pela alimentação, o que inclui refeição e lanche. Outras, ainda, deixam a opção em aberto, mas já avisam que, se o lanche for levado de casa, deverá seguir o padrão da escola, para evitar que uma criança cobice o lanchinho da outra. Se for mandar de casa, considere nos seus gastos o custo desses produtos.
  • Transporte: se a escolinha ou berçário forem perto de casa e você conseguir ir a pé, perfeito! Se precisar de algum transporte para levar a criança à escola, como carro, ônibus, táxi ou ônibus escolar, veja o custo com combustível, estacionamento, passagem de ônibus e a mensalidade cobrada pelo prestador de serviço.
  • Taxa extra por permanência na escola: algumas escolas cobram uma taxa extra por ficarem com a criança depois do horário contratado. Na escolinha da Carol, esse valor é de R$ 12,00 por hora (valor para 2016). Se morar numa cidade com muito trânsito e achar que vai correr esse risco, calcule cerca de três atrasos por mês.
  • Curso de férias: escolas têm períodos de férias, como sabemos. E para esse período, algumas instituições oferecem um curso de férias com opção para papais e mamães que não têm como ficar com a criança em casa. Esse valor é extra ao da mensalidade.
  • Outra substituição para férias, emendas de feriado e períodos que a escola não cobre ou quando a criança fica doente: se o curso de férias não é opção, se a escola fecha em emendas de feriados ou se a criança fica doente sem poder ir para a escola, você precisará de uma alternativa para esses dias: eventualmente contratar uma folguista ou deixar com alguém que possa cuidar do seu filho nesse período. O custo dessa pessoa deve ser considerado também. E lembre-se que as crianças tendem a ficar bastante doentinhas na fase inicial escolar.
  • Custo com os cuidados da criança que fica meio-período: o mesmo raciocínio deve ser aplicado para crianças que ficam meio-período no berçário ou escolinha. O gasto com quem cuidará do seu filho durante o tempo em que ele não está na escola deve ser computado.
  • Excursões e festinhas: quando oferecidas, as escolas cobram pelas excursões e festinhas, como comemorações do Dia das Mães, Dia dos Pais, festa junina, Páscoa, Carnaval etc.
  • Presentes: gastos com festinhas de amiguinhos não considero como custo escolar, mas presentes para os professores, sim. Já provisione para Dia dos Professores, Páscoa e Natal. Não é obrigação, a maioria dos pais não dá, mas quem faz questão, pode considerar o valor. Eu normalmente dou no Dia dos Professores e quanto menor a criança, mais professores ela terá.

Amanhã concluo o assunto com alguns comentários para o período de adaptação. ; )