26 fev 2016

A escolha do nome Carolina

Por Fabiana Bellentani

A escolha do nome é algo muito pessoal e cada família adota critérios diferentes para esta decisão. No nosso caso, levou certo tempo para definirmos pelo nome da Carolina. Tínhamos diretrizes bastante claras sobre o que queríamos que o nome representasse para a nossa filha e também experiências pessoais que nos guiaram nesta escolha. Carolina foi o escolhido pois foi um dos únicos que atendeu ao seguinte:

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  • Não queríamos nome duplo. Nem eu, nem meu marido temos nomes duplos e não queríamos o mesmo para a Carolina. Minha mãe tinha nome duplo e nunca foi chamada pelos dois. O mesmo acontece com meu tio, primos e todo mundo que conhecemos que tem os dois nomes. Na verdade, temos a sensação de que o nome completo da criança só é usado na hora da bronca! Humpf!
  • Não queríamos nomes “da moda”. Alguns nomes podem ser considerados marcadores temporais, pois são muito usados em uma determinada época. E aí acontece de termos várias crianças com o mesmo nome nas escolas, festinhas e etc. Confesso que este não foi um dos critérios mais importantes, mas foi algo que consideramos bastante. Fizemos uma pesquisa na internet e rapidamente descobrimos quais haviam sido os nomes mais usados nos anos anteriores ao do nascimento da Carol.
  • Também queríamos um nome que não fosse típico de gente idosa e nem típico de criança. Alguns nos remetem sempre à imagem de uma pessoa mais velha ou de um bebê. E talvez isso não fosse legal durante sua infância ou, no futuro, para uma imagem profissional.
  • Nomes muito diferentes ou com letras duplas, ou grafia fora do comum também saíram da nossa lista. O nome do meu marido é Eric e quase ninguém consegue escrevê-lo ou até pronunciá-lo corretamente. Ele é sempre chamado de Henrique ou seu nome é costumeiramente redigido como Erik ou Erick ou até Enrique. Tinha que ser um nome de grafia e pronúncia fáceis.
  • Tinha que ser um nome comum no Brasil e que também pudesse ser facilmente pronunciado em outros idiomas e países. Nomes típicos de outras nações normalmente causam confusão de pronúncia aqui no Brasil e vice-versa. O exemplo do meu marido também se encaixa aqui!
  • Complementando o critério anterior, um nome que permitisse um apelido de fácil identificação tanto aqui, como no exterior, também ajudaria bastante. “Carol” é conhecido mundialmente.
  • Também buscamos saber o significado e origem de cada nome. Não queríamos um que passasse uma mensagem negativa (apesar de que quase nenhum nome tem um significado ruim). Carolina significa “mulher doce” e ela realmente é!
  • Por fim, fugimos de nomes que nos faziam referência a pessoas que não nos trazem boas lembranças ou sentimentos, ou nomes dados em homenagem à alguém, seja avô, avó, artista, personagem, etc. Queríamos que a Carolina fosse conhecida por sua singularidade e personalidade.

E vocês, como escolheram o nome dos seus bebês?

1 comentário em A escolha do nome Carolina

  1. Imara Veiga em 26 fev 2016

    Como escolhi o nome do seu pai, Carolina!  Eu também queria um nome só, curto, que não pudesse ter um apelido (como “Rafa”, “Dudu”, etc.), e que tivesse um significado forte (ERIC quer dizer “o sempre honrado”). E escolhi a grafia inglesa, afinal a vovó sempre foi ligada à Inglaterra (professora de inglês, beatlemaníaca…) E que fosse internacional sem ser piegas! A intenção foi boa, acredite! 

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