10 jun 2016

Batizado da Carolina | Escolha da igreja e cerimônia

Por Fabiana Bellentani

Nossa, como tenho coisa para contar sobre o batizado da Carol! rs! Já dediquei um post à decisão de batizá-la, outro aos preparativos envolvidos e hoje, então, é dia de falar sobre a escolha da igreja, que não foi lá tão simples…

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Quando idealizei o batizado da Carolina, queria muito que fosse na igreja em que eu e o Eric casamos, a São José do Jardim Europa em São Paulo.

Entrei em contato com a paróquia por diversas vezes ao longo de umas 6 semanas, mas a agenda para o batizado individual (minha primeira opção) estava sempre lotada. Os horários dedicados ao batismo eram disponibilizados com apenas dois meses de antecedência, além de serem super reduzidos. Mal a agenda abria, já era ocupada, e as vezes em que eu liguei, não tive sucesso em conseguir sequer uma desistência…

E se fizéssemos o batizado comunitário, teria agenda? Sim, teria. Era preciso, então, fazer o pagamento da taxa, levar documentos e certidão de batismo dos pais e padrinhos, além do comprovante de realização do curso preparatório.

Mas e se a Carolina não tivesse padrinhos? “Ah, mas a Igreja não permite batizado sem padrinho. Tem que ter!” foi o que recebi como resposta.

Como assim, tem que ter? Um dos pontos que avaliamos para o batizado da Carol foi exatamente a questão da obrigatoriedade dos padrinhos, pois não queríamos algo imposto, que fosse obrigação. Já falei sobre isso neste post anterior. O “tem que ter” me deixou bastante chateada, pois me mostrava uma paróquia aparentemente ligada ao formalismo do evento e não à essência do sacramento.

Com tantas peculiaridades (uso muito essa palavra para substituir “chatices”), decidi buscar outras opções. E foi aí que me acendeu uma luzinha: por que não a em que meus pais e sogros casaram (Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro)? Sem dúvida, seria um lugar com bastante significado (depois minha sogra contou que foi o Eric também foi batizado), pois também representaria a presença da minha mãe, falecida no ano anterior.

Logo no primeiro contato, consegui reservar a data que tínhamos em mente: dia 10 de outubro, próximo ao feriado do dia 12, pois assim meu sogro, que mora em outro estado, poderia vir para São Paulo sem grandes dificuldades.

Na semana anterior à data do batizado, tivemos sérios contratempos com o curso preparatório de batismo e não conseguimos realiza-lo. Eu, já desesperada, achei que seríamos impedidos de batizar a Carolina na data programada. E o meu sogro, que já estava com passagem aérea comprada? E nós? Viajaríamos uma semana depois, para ficar 15 dias fora…

Bom, entrei em contato com a paróquia no primeiro horário da segunda-feira seguinte à toda confusão, comecei a explicar o que aconteceu e a Igreja me disse: “Fique tranquila, sua filha será batizada na data que você marcou. Não se preocupe!” Adorei! Não por causa do curso, mas pela compreensão aos problemas que havíamos enfrentado e ao sacramento em si. Na minha opinião, não é um curso de apenas algumas horas que incutirá valores nas pessoas. Nós havíamos nos programado para fazer o curso, estava tudo certo e organizado para isso, mas sinceramente, muito mais que “auxiliar na educação religiosa”, os padrinhos devem ser pessoas de bons valores, capazes de transmití-los à criança. E isso é o tipo de coisa que nenhum curso é capaz de criar de uma hora para outra.

Além de tudo isso, a cerimônia foi ótima! O padre foi super simpático e descontraído, seguiu o rito exigido, mas deixou o formalismo de lado, conduzindo uma cerimônia bastante leve, com a participação e envolvimento dos avós e padrinhos. Explicou cada simbolismo relacionado ao batizado: o sinal da cruz feito na testa da criança, o óleo passado no peito, a água jogada na cabeça e a vela acesa pelo padrinho.

No final, foi uma cerimônia linda, tranquila e familiar. Tudo perfeito!

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Relação de profissionais deste post

Igreja: Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (SP)

Fotografia: Carmen Fernandes (SP)

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