Por Fabiana Bellentani

Parece slogan de banco, mas é a pura verdade!

Nós sempre tivemos o costume de ler e contar histórias para a Carolina. Começamos como uma rotina da hora do sono e hoje ela pede que a gente leia suas histórias preferidas, não só antes de dormir, como também ao longo do dia. Seus livros ficam pelo seu quarto e pela sala, à sua altura, para que ela mesma possa pegá-los e reproduzir as narrativas de sua preferência. Acho que é por isso que vira e mexe dou livros de presente para os amiguinhos da Carol… (Será que gostam? rs!)

Mother Reading Book Baby In Bed Before Going To Sleep

Existem inúmeros artigos e pesquisas científicas que mostram que a criança que tem contato com a leitura desde cedo, principalmente acompanhada dos pais, aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral.

A leitura…

  • Cria e reforça o vínculo afetivo entre a criança e o contador da história (por isso que é tão importante que os pais participem desse hábito e se envolvam na leitura com a criança, fazendo vozes, imitando sons, gesticulando e interpretando a historinha).
  • Desenvolve a criatividade e a imaginação da criança, além de proporcionar-lhe cultura, conhecimentos e valores.
  • Expande as referências da criança e a capacidade de comunicação.
  • Cria familiaridade com o mundo da escrita e, consequentemente, facilita a alfabetização.
  • Desenvolve o repertório e aumenta o vocabulário.

Ah, mas nós não temos o costume de ler…

Bom, então saiba que nos Estados Unidos, a National Children’s Reading Foundation (Fundação Nacional de Leitura Infantil) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda. Ficou motivada(o) o suficiente?

E outra coisa: existem dois fatores básicos que contribuem para que a criança desperte o gosto pela leitura: a curiosidade e o exemplo. Se os pais volta e meia se entretêm com um livro, a criança com certeza receberá a mensagem de que ler é gostoso. Além disso, passeios por livrarias são uma ótima forma de aguçar a curiosidade das crianças, fazendo com que escolham livros para uma leitura conjunta.

Mas quando devemos começar a ler para nossos filhos? Essa resposta eu te dou amanhã! Até lá!

Por Dra. Thais Cabral

Os dentinhos da Carolina começaram a nascer quando ela tinha 5 meses. Nasceram primeiro os dois de baixo do meio (os de número 1 do desenho abaixo) e logo depois os incisivos laterais superiores (os de número 3 do desenho). Ficou parecendo uma vampirinha! rs!

Como muitas mamães têm dúvidas quanto à ordem de nascimento dos dentinhos e como aliviar os desconfortos dessa fase, pedi à  Dra. Thaís Cabral, nossa colunista, que escrevesse um pouquinho sobre o assunto.

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Os dentes do bebê começam a se desenvolver ainda dentro da barriga da mãe. Nesta fase, são formados os botões dentários que futuramente darão origem aos dentes.

O período de erupção dos dentinhos de leite ocorre normalmente entre os 6 e 15 meses de vida, período em que os pequenos ficam irritadiços. Os sintomas associados ao nascimento da primeira dentição são variados, já que cada criança apresenta um comportamento diferente, que, em sua grande maioria, são:

  • alterações gastrointestinais: são muito comuns durante a fase, mas podem apresentar outras causas já que levam a mão e objetos contaminados à boca com frequência por conta do desconforto gengival.
  • febre: pode ser verificada, porém até o momento não existem estudos consistentes relacionados.
  • perda do apetite: a medida que a criança mama, a sucção comprime a gengiva deixando-a inflamada e inchada, o que ocasiona dor
  • perda do sono
  • excesso de baba
  • coceira gengival
  • gengiva inchada e/ou sensível

Como aliviar o desconforto do bebê?

Oferecer mordedores é a melhor opção para o alivio da “coceira” gengival, podendo ser colocado na geladeira com antecedência para que o frio tenha uma ação anestésica sobre a gengiva irritada. Caso o bebê não aceite mordedores, uma fralda de pano molhada com o suco que ele gosta e gelado pode ser uma saída.

Além de saber dos sinais e sintomas e como amenizá-los, é muito importante que os pais conheçam também a cronologia de erupção dos dentes para poderem avaliar o desenvolvimento da dentição. Verifique na imagem abaixo a ordem do nascimento dos dentinhos:

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Agora, sabendo a ordem que eles vão aparecer, vamos saber em qual fase devemos esperá-los (os períodos são uma média e podem variar em 2 meses) segundo informações fornecidas pela American Academy of Pediatric Dentistry (Academia Americana de Odontologia Pediátrica) :

  • Incisivos Centrais Inferiores (1): 6 a 10 meses
  • Incisivos Centrais Superiores (2): 8 a 12 meses
  • Incisivos Laterais Inferiores (3): 10 a 16 meses
  • Incisivos Laterais Superiores (4): 9 a 13 meses
  • Primeiros Molares Superiores (5): 13 a 19 meses
  • Primeiros Molares Inferiores (6): 14 a 18 meses
  • Caninos Superiores (7): 16 a 22 meses
  • Caninos Inferiores (8): 17 a 23 meses
  • Segundo Molar Inferior (9): 23 a 31 meses
  • Segundo Molar Superior (10): 25 a 33 meses
Por Fabiana Bellentani

Para finalizar nossa série de posts sobre a escolha da escolinha e/ou berçário ideal, não podia deixar de falar do processo de adaptação.

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Já contei nossa experiência pessoal e como nosso comportamento, como pais, pode influenciar esse processo, então, hoje, quero dar algumas dicas gerais:

  • Na minha opinião pessoal, fuja de escolas que não permitem o período de adaptação.
  • Veja se é possível planejar com antecedência essa fase, decidindo em conjunto os melhores horários para a criança, vocês e a escola. Às vezes é possível dar início ao processo ainda no período dos cursos de férias que algumas escolas oferecem antes do início das aulas.
  • Feita a escolha, confie. O sentimento de segurança do seu filho depende dessa sua reação. Dê uma lidinha no post do link acima para entender melhor.
  • Mantenha contato próximo com a equipe de ensino nesse período, tirando todas as dúvidas que surgirem aos longo dos dias.
  • Seja paciente. Existem crianças que, em uma semana, já ficam bem. Há outras, no entanto, que passam meses até se acostumarem com o ambiente e a nova rotina.
  • Entenda o possível choro e não dramatize. É super normal que a criança chore, o que não quer dizer que ela não gosta da escola, mas, sim, que sente saudade da mãe.

Para ter todas as informações sobre a escolha da escolinha e/ou berçário, clique aqui! ; )