Por Fabiana Bellentani

A Carol foi batizada ano passado (2015), no dia 10 de outubro, depois de dias de debates familiares que foram desde a decisão de batizá-la ou não, ter padrinhos ou não, até número de convidados e tipo de comemoração que faríamos após a celebração.

E como acredito que esses (ou parte desses) dilemas não acontecem só na minha casa, quero dividir com vocês tim-tim por tim-tim como foi todo processo decisório e de planejamento do batizado.

Hoje começo do começo (rs!), ou seja, por tudo que ponderamos e discutimos antes de decidirmos pelo batismo.

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Normalmente bebês são batizados com menos de 1 ano; na maioria das vezes, com menos até de 6 meses, mas a Carol foi com 1 ano e quase 9 meses.

E por que demoramos tanto?

Porque não tínhamos um consenso quanto ao assunto. Na verdade, acho que empurrei a questão o máximo que pude, porque sabia que eu e meu marido teríamos opiniões muito diferentes. Sabia que a decisão de batizá-la ou não envolveria convicções pessoais e familiares, com eventual potencial de discussão entre nós.

Eu venho de família católica, fui batizada, fiz primeira comunhão, crisma, fiz questão de casar na Igreja e, apesar de não ser praticante, acredito em Deus e rezo sempre que o cansaço me permite, para agradecer e pedir proteção. Batizar a Carolina sempre foi importante para mim, pois significava seguir com ela os mesmos passos que foram tomados comigo.

O Eric, meu marido, também vem de família católica, também foi batizado, não é praticante, mas acredita em algo superior, em fazer o bem. Ao contrário de mim, para ele, o batismo não era necessário em função da liberdade de escolha de religião (o que, na minha opinião, ela continua tendo, mesmo sendo batizada).

Paralelamente, se batizássemos, meu desejo era fazer uma pequena celebração com família e amigos próximos, o que, para o Eric, era totalmente dispensável. Eu achava que o gasto seria por um motivo nobre.

Além disso, questionávamos a necessidade de padrinhos, apesar de termos nossos irmãos que assumiriam (como assumiram) muito bem os papéis. Não queríamos que os padrinhos nos fossem impostos, uma obrigação, pois a essência do sacramento não exige esses “personagens”. O batismo é conceitualmente um sacramento de iniciação e as figuras da madrinha e do padrinho foram criadas ao longo do tempo, passando por diversos significados, chegando atualmente à função de auxiliar a criança na educação religiosa.

E as famílias, o que achavam? Bom, nem uma, nem outra opinou em nada, até porque julgamos certo fazer aquilo que consideramos adequados para nós. Mas é claro que havia um certo questionamento “de quando a Carolina seria batizada”. De qualquer forma, o que decidíssemos seria respeitado pelos dois lados.

Diante de tantas variáveis, ponderamos muito, conversamos muito, até brigar, brigamos… E no final das contas, decidimos que faríamos o batizado, mas seria uma cerimônia pequena, íntima, apenas com familiares. E olha que temos uns 4, 5 amigos muito, mas muito próximos que são considerados família, mas nem esses entraram na lista. Foi a forma que encontramos de satisfazer a mim e ao Eric: celebramos o sacramento, porque era importante para mim, mas sem transformar a comemoração em algo grandioso, pois não era esse o intuito.

Tivemos a presença apenas dos avós, tios e bisavó. Meu irmão e cunhada foram padrinho e madrinha, pois sentimos que ambos faziam questão e são pessoas com os mesmos valores que os nossos.

Depois, comemoramos com um almoço no clube que frequentamos, o que rendeu um ensaio fotográfico lindo!

E querem saber um segredo? Quando tudo terminou, o marido se arrependeu de não ter chamado mais gente!

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Fotografia: Carmen Fernandes (SP)

Por Fabiana Bellentani

O tema “Balões, pipas e cataventos” que a Marina e o Fernando escolheram para a festinha de 1 ano do Fernandinho foi um verdadeiro encanto! A combinação das cores azul, laranja e suas variações, ficou muito harmônica, alegre e divertida, do jeito que este tipo de celebração deve ser. Os detalhes em folhagens naturais verdes complementaram a decoração, dando vida e mais colorido à festa.

A Marina conta um pouquinho sobre como escolheu o tema e o que levou em consideração:

“Eu sei que muitas mães já começam a pensar na festa de 1 ano com bastante antecedência, mas eu só fui pensar nisso um mês antes do aniversário dele. E não tinha ideia da decoração. Só sabia que não queria tema de personagens, porque com 1 ano ele ainda não tinha um favorito que pudesse representar seu gosto.

Também queria algo simples, mas colorido. Lembrei que uma amiga, meses antes, tinha feito a festa de aniversário de 1 ano do filho dela com um piquenique no parque e decorou a mesa com muitos balões e cataventos. Resolvi adaptar a idéia para o salão de festas do prédio e ainda acrescentamos as pipas.

Gostei muito do resultado!”

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Decoração: Tecendo Laços (SP)

Buffet: La Grâce Experience (SP)

Bolos e Docinhos: Little Sweet’s (SP)

Fotografia: Carmen Fernandes (SP)

Por Fabiana Bellentani

E para concluir a série de posts sobre a festinha de 1 ano da Carolina, não podia deixar de falar sobre as lembrancinhas e os cartões de agradecimento!

Lembrancinhas

Eu gosto de lembrancinhas que tenham utilidade ou sejam comestíveis, pois, assim, não acabam encostadas num canto ou vão parar no lixo depois de um tempo.

Nesse evento, apesar de ser uma festa infantil, a maioria dos nossos convidados era adulta. Então, para eles, montei potinhos de doce de leite. Comprei todos na Casa das Essências do centro de São Paulo, lavei e esterilizei todos e depois enchi com doce de leite da marca Aviação, que é um dos melhores. Pensei em usar um caseiro, mas fui orientada a comprar um industrializado de boa marca, pois duram mais tempo, sem risco de estragar. Como preparei as lembrancinhas com dois dias de antecedência, deixei tudo na geladeira e ficou perfeito. O doce durou bem por dias depois da festa!

Nas tampas dos potinhos, coloquei os tags do tema Milk & Cookies e amarrei uma colherinha de madeira, comprada na Shop Festa também, com uma fitinha de cetim em cada um.

Para as crianças foi diferente. Como eram poucas, com idades diferentes, montei uma lembrancinha para cada uma, com itens adequados para cada fase. Os bebês com menos de 1 ano e os que ainda iam nascer (sim, esses também foram incluídos) ganharam um bichinho de pelúcia para brincarem e morderem. Quem tinha entre 1 e 2 anos, ganhou um livrinho de histórias e uma bolinha pula-pula. Os maiores ganharam giz de cera, massinha e lápis de cor. Cada kit foi colocado em uma sacolinha kraft comprada na Rizzo Embalagens, que foi fechada com um mini-pregador e o nome da criança.

Cartões de agradecimento

Na semana seguinte ao aniversário, enviamos aos convidados um cartão de agradecimento. Cada um foi redigido com muito carinho, fazendo referência ao presente ou doação realizada agradecendo a presença na festa.

Para ler sobre a idealização do tema e todos os itens de papelaria da festinha (convites, save the date, etc.), clique aqui. Se quiser saber sobre a decoração, veja aqui, e sobre os comes e bebes, aqui. 😉

Relação de profissionais deste post

Convite e Papelaria: Anders Ruff (EUA)

Decoração: eu mesma

Peças Decorativas: Ella Arts (SP) e D. Filipa (SP)

Buffet: La Grâce Experience (SP)

Bolo: Ivete Bolos (SP)

Docinhos e Cupcakes: Maria José (SP)    55 11 3782.0330 ou 55 11 98788.9165

Cake pops, Cookies e Biscoitos no Palito: Dolce Favola (SP)

Fotografia: Thiago Bugallo (SP) e Carmen Fernandes (SP)