13 jan 2017

Gravidez do Felipe: minha [pequena] fase de tentante

Por Fabiana Bellentani

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Foi em agosto de 2016 quando decidimos efetivamente ter um segundo filho. Naquele mês, já estávamos com viagem internacional marcada para novembro e minha primeira preocupação foi: “Mas se tentarmos desde já, será que poderei viajar? E seu eu engravidar logo no primeiro mês como foi da Carol? Na data da viagem estarei com 3 meses. Será que tem algum problema?”.

Primeira coisa que fiz foi marcar consulta com a obstetra para tirar todas as dúvidas possíveis. Tivemos sinal verde, comecei a tomar o ácido fólico, mas restava saber se nós queríamos tentar imediatamente ou esperar novembro passar. E seu ficasse mal, enjoasse, etc.?

Bom, conversamos rapidamente sobre o assunto, olhamos um para a cara do outro e dissemos: “Não faz diferença!”. Como ninguém sabe se vai engravidar no primeiro mês ou depois de um ano, resolvemos arriscar.

Lembro exatamente da data em que efetivamente começamos a “praticar” a gravidez do Felipe. Dia 26 de agosto. Como eu sei? Porque, lógico, fui fazer a conta para ver quando seria meu período fértil e o dia 26 era o último daquele mês.

Tentamos, mas não foi dessa vez. Também seria muita sorte conseguir logo de primeira, no último dia possível de uma pessoa que tem a menstruação variando entre 28 e 30 dias!

Chegou setembro e continuamos com nossas tentativas. Lá fui eu de novo verificar os dias mais propícios para engravidar. Tínhamos uns cinco, seis dias, sendo certo, que, dessa vez, nossa dedicação não foi lá das melhores… Foi um mês muito corrido, com muito trabalho, o cansaço foi maior e tomou conta. Como diz meu marido: “Gente, temos 11 anos de casados!” rs!

E lá se passou mais um mês, sem gravidez…

Devo confessar que, mesmo com as poucas chances de resultado positivo, nos dois casos fiquei um pouco ansiosa em saber se tinha dado certo ou não. Tanto em agosto, como em setembro, comprei o teste de farmácia e, sempre depois que fazia o bendito do xixi no palitinho, minha menstruação descia…

E aí chegou outubro, mês anterior à viagem. Meu período fértil seria de 18 a 23, além de eu ter que considerar uma variação de dois dias antes e dois depois por causa da irregularidade do ciclo. Dessa vez, nosso empenho foi intenso, dia sim, dia não, como “manda o script”. A diferença, neste caso, é que eu estava completamente despreocupada. Se desse certo, ótimo, caso contrário, tudo bem também. Estaríamos em viagem, queria curtir os passeios, me divertir, aproveitar as férias.

Voltei à obstetra e expliquei que, se estivesse grávida, só saberia no meio da viagem. Íamos para Orlando, queria saber se poderia me divertir nas montanhas-russas, nas atrações de impacto. Ela disse que sim, afinal, seria uma gestação muito, mas muito inicial, que não haveria risco. Se a gravidez já estivesse avançada, com 2, 3 meses, então, haveria restrições.

E lá fui eu, feliz da vida, viajar com a família e eis que em novembro descobri a gravidez do Felipe! Tive alguns sintomas prévios à viagem, mas conto tudo depois.

Minha fase de tentante foi realmente curta. Minha cunhada, inclusive, brinca que parecemos coelhos: “decidimos engravidar e “bam”, depois de dias o assunto está resolvido”. Foi assim com a Carol e quase a mesma coisa com o Felipe. O mais importante é que aconteceu quando eu estava mais tranquila, mais desencanada, no melhor momento possível!

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