28 fev 2017

Orlando (Disney) e Miami com criança | Disney

Por Fabiana Bellentani

Já cometei com vocês que ficamos um total de 7 dias em Orlando, divididos entre os parques do complexo da Disney, além do Sea World. Nós tínhamos ingressos comprados para o Universal Studios, mas cancelamos depois dos dois primeiros dias de viagem, pois percebemos que a Carol aproveitaria pouco por causa do limite de altura das atrações.

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Mas como aproveitar os parques, onde ficar, pegar mais dicas legais, etc.? Bom, vamos por partes!

Pesquisas prévias

Um site bem legal de onde peguei muita informação foi o Vai pra Disney?. Lá tem dica de tudo: como usar o aplicativo da Disney, como fazer reservas de alguns restaurantes mais concorridos, hotéis, horários, alturas, onde encontrar os personagens, tudo!

Usei muito este blog e super recomendo!

Outro lugar básico para se pegar informações é o site oficial da Disney, mas indico o americano que é mais completo que o brasileiro.

Onde ficar

Para a primeira experiência da Carol na Disney, eu queria muito ficar num dos hotéis do complexo. Na verdade, eu já tinha me “apaixonado” por um hotel específico, o Animal Kingdom Lodge, depois de ter visto num documentário há algum tempo atrás.

Nesta viagem, estávamos com meus sogros, que ficaram conosco nos primeiros e últimos dias. Depois de 5 noites, eles seguiram para Sanibel, também na Flórida, e nos encontraram mais tarde em Miami.

Para curtirmos os parques juntos, então, considerando que o Animal Kingdom Lodge é um hotel categoria luxo, resolvemos ficar essas 5 primeiras noites no Disney All-Star Sports Resort, mais econômico, que serviria apenas para tomarmos banho e dormirmos.

Quando meus sogros seguiram viagem, mudamos para o Animal Kingdom Lodge, que supostamente ofereceria melhor estrutura para ser aproveitada.

O Disney All-Star Sports Resort é um hotel mais antigo, com piscina e uma área de recreação, além de uma praça de alimentação (não tem restaurantes mais elaborados) e um lojinha com produtos Disney (todos têm, claro). É limpo, sem cheiros estranhos, com cofre, frigobar, ferro e tábua de passar, além de ser abastecido com sabonetes e shampoos oficiais da Disney. O único porém (que não é nenhum problema) é que tudo mais “velho”, desde o interruptor da luz à decoração do quarto. Mas é temático, com desenhos dos personagens espalhados pelos quartos.

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O Animal Kingdom Lodge é um hotel quatro estrelas, com temática africana. Também tem cofre, frigobar, tábua e ferro de passar nos quartos e amenidades exclusivas. Mas eu fui com uma super expectativa, achando que teria uma estrutura super mais legal que o outro, com mil outras coisas para se fazer no hotel, e me enganei. Ele é, sim, um hotel mais novo, mais bonito, super bem decorado, com detalhes únicos, opção de refeições à la carte, mas em termos de entretenimento, tem praticamente as mesmas coisas que o outro: piscina, uma área para as crianças brincarem e os restaurantes.

O diferencial deste hotel é uma savana que fica no fundo, de onde se consegue observar alguns animais. Mas é o tipo de atrativo que dificilmente você vai ver mais que duas vezes e são os mesmos animais do safari do Animal Kingdom, inclusive, à mesma distância de observação.

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Vale a pena ficar num hotel da Disney?

As vantagens de se ficar em um dos hotéis da Disney são que você recebe, no check-in a Magic Band, que é uma pulseira que você usa para tudo: é chave do quarto, entrada nos parques, serve de “cartão de crédito” para pagar as compras feitas no parque e para te identificar no estacionamento do hotel e nas fotos tiradas nas atrações. Nós tivemos alguns problemas com o funcionamento da Magic Band, pois aparentemente nem todas as nossas informações de ticket foram transferidas para a pulseira quando entramos no parque pela primeira vez. Por causa disso, os Fast Passes que reservávamos pelo aplicativo não eram registrados na Magic Band e toda hora tínhamos dificuldades para comprovar a reserva da fila. Tudo foi resolvido depois, mas passamos alguns “perrengues” nos primeiros dias até descobrirmos o que havia acontecido.

Outra vantagem de se ficar nos hotéis da Disney é que se pode usar os ônibus dos próprios parques para ir e voltar daquele que quiser. Eles passam de 15 em 15 minutos. Para ir para o Magic Kingdom, por exemplo, vale a pena, só para não ter que pegar o Ferry Boat ou o trenzinho. O que li a respeito é que em época de temporada, as filas de espera dos ônibus costumam ser um pouco longas. Ou, se preferir usar o próprio carro, quem se hospeda num dos hotéis não paga estacionamento.

Além de tudo isso, para quem é hóspede, um parque por dia abre mais cedo ou fecha mais tarde, oferecendo horário estendido.

Minha opinião pessoal é a seguinte: a tal Magic Band realmente facilita a vida (quando funciona bem), mas acho que vale a pena se hospedar no complexo apenas se quiser ter a experiência e curtição.

No final das contas, o que eu queria mesmo, que era ter um contato mais próximos com os personagens da Disney por estar em um dos hotéis, não aconteceu.

Nós sempre íamos de carro para os parques por causa do carrinho e para termos mais liberdade de locomoção. Não conseguimos chegar mais cedo, nem sair mais tarde de nenhum deles, porque o cansaço chegava antes em função de toda logística e também porque nosso perfil é aproveitar tudo com calma, sem stress.

Se for avaliar o lado financeiro, é possível encontrar hotel melhor pelo mesmo preço e ao do lado da Disney, sem estar dentro do complexo…

Aplicativo My Disney Experience

Esse aplicativo é tudo de bom, é o oficial da Disney. Através dele, conseguimos fazer tudo, ver tempo de espera nas filas, vincular ingressos, reservar Fast Pass e restaurantes, saber onde os personagens estão nos parques, onde encontrar banheiros, lojas, horários, fotos, tudo!

O aplicativo é autoexplicativo, mas o blog Vai pra Disney? que comentei acima dá váááárias dicas de como usá-lo.

Parques da Disney

Começamos nossas visitas pela Epcot, depois Magic Kingdom, Sea World (que não é da Disney, mas comento mais abaixo), Animal Kingdom e Typhoon Lagoon. Um outro dia aproveitamos no Disney Springs, que é um shopping da Disney com várias lojas e restaurantes, incluindo as grandes redes e as da própria Disney com os produtos oficiais.

  • Epcot

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  • Magic Kingdom

Sem dúvida nenhuma, o que tem mais atrativos para crianças pequenas é o Magic Kingdom (já comentei um pouquinho sobre isso num dos posts anteriores), seguido do Animal Kingdom. Mas é também o parque mais lotado, principalmente no horário do show noturno do castelo da Cinderela.

Aliás, a Carol simplesmente ficou sem saber o que fazer quando encontrou a Cinderela e a Elena de Avalor, que, apesar dela nunca ter visto nenhum desenho, passou a ser uma de suas princesas favoritas. A Cinderela perguntou de onde éramos e convidou a Carolina para um cheesecake. A Carol inocentemente respondeu: “Pode ser, mas não hoje!” (rs!). Afinal, ela tinha o parque todo para visitar (eu mereço!)!

Para quem tem filha menina entre 3 e 12 anos, no Castelo da Cinderela existe um salão de beleza, onde as pequenas se transformam em princesas, com direito a cabelo, maquiagem e vestido. É o Bibbidi Bobbidi Boutique, mas tem que fazer reserva. A Carol, além de não ter idade, olhou e não teve vontade. Mas agora, apenas quatro meses depois, quer voltar e ir de qualquer jeito!

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  • Animal Kingdom

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  • Typhoon Lagoon

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Quem ama Natal, saiba que no Magic Kingdom e no Disney Springs tem lojas que vendem SÓ enfeites temáticos da marca. Mas existem alguns que você só encontra no Magic Kingdom, apesar da loja do Disney Springs ser muito maior.

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Um restaurante que fomos duas vezes para jantar foi o Maya Grill que fica no Disney’s Coronado Springs Resort. A comida é estilo mexicana/americana, com carnes, frango e frutos do mar. Adoramos! A Carol comeu super bem lá! Só não esqueça de pedir tudo sem pimenta, caso contrário, vai suar bastante!

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Sea World

O Sea World foi um parque que valeu apenas pelas montanhas-russas para mim e o Eric. Os shows da baleia e dos golfinhos já não são como antigamente e num determinado momento, a Carol quis sair. A comida foi péssima e muito cara! Se a viagem fosse hoje, não voltaria!

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Amanhã vamos para Miami, com parada em DeLand, uma área de paraquedismo para quem curte esporte radicais e quer ter a experiência de um salto em céus americanos. ; )

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