16 fev 2016

Viagem de avião com bebês | Procedimentos durante o voo

Por Fabiana Bellentani

Para terminar nossa série de posts sobre viagem de avião com bebês, hoje falo um pouquinho sobre como coordenar alguns procedimentos com a criança durante o voo.

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Troca de fraldas

Quase todas as aeronaves possuem espaço para troca de fraldas nos banheiros. Não é nenhum espaço gigante, mas dá tranquilamente para fazer todo o trabalho sem muita dificuldade.

Nos voos que fizemos com a Carolina, tivemos algumas trocas de fraldas e todas foram sempre muito tranquilas. Como comentei anteriormente, deixo as coisinhas dela organizadas em nécessaires e, quando houve necessidade, puxei a de fraldas e o trocador portátil e segui para o banheiro.

Algo que acho péssimo, mas que, se o avião não tiver o trocador, não há outra alternativa, é fazer a troca na própria poltrona. Antes da Carol nascer, tivemos essa experiência umas duas fileiras antes da nossa e não foi nada agradável. E olha que, nesse caso, não foi porque o avião não estava equipado, mas simplesmente porque a mãe teve preguiça de fazer o procedimento no lugar adequado. O cheiro de cocô se espalhou por toda aeronave e eu prometi que nunca faria o mesmo quando tivesse filhos!

Amamentação e/ou Alimentação

Também já comentei anteriormente que é possível levar mamadeiras e papinhas na bagagem de mão (mochilas, no meu caso), mesmo que seu conteúdo ultrapasse 100ml, que é o limite de líquido permitido por passageiro.

Se o bebê não está acostumado a tomar o leite ou comer a papinha em temperatura ambiente, é possível pedir aos comissários que os esquentem. Se a aeronave permitir, ninguém vai se recusar a fazer o favor. Só não peçam durante o serviço de bordo.

Existem aviões que não têm condições de aquecimento de líquidos e refeições. Se quiser se precaver, neste caso, pense em levar as papinhas em potes térmicos já pré-aquecidas.

Distração e entretenimento

Manter um bebê ou criança pequena sentada por muito tempo em um bebê conforto, cadeirinha ou poltrona de avião é muito difícil. Não é impossível, mas tem que ter algum tipo de distração ou entretenimento. Por isso, leve sempre alguns brinquedinhos adequados a cada idade.

Nos voos que fizemos com a Carol, levamos uns dois ou três dos seus brinquedos preferidos, aqueles com os quais ela se sente confortável, que são seu “porto-seguro”. Deixamos que ela os escolhesse antes das viagens, perguntando quais que ela gostaria de levar para passear em um ou outro lugar. Claro que as opções disponibilizadas também sempre foram pré-selecionadas, para que não houvesse risco dela escolher algo muito grande.

Além dos brinquedos, o que sempre funcionou bem com a Carolina foi a revista do avião ou o cartão de procedimentos de segurança. As imagens e desenhos distraem bastante e servem de ponto de partida para uma história ou atividade de “Olha, o que tem nessa página de legal?”.

A única coisa que sugiro é evitar ao máximo ficar andando pelo corredor ou indo pra lá e pra cá na área dos comissários. Isso atrapalha a rotina interna da aeronave, além dos demais passageiros.

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