12 fev 2016

Viagem de avião com bebês | Voo

Por Fabiana Bellentani

Como comentei no post anterior, as três viagens de avião que fizemos até agora com a Carolina foram para um destino nacional e dois internacionais. O horário e tempo de voo foram bastante diferentes em cada um dos casos e nossos cuidados e preparos também foram específicos para cada situação.

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Acho que o período de voo é sempre o mais “tenso” para os pais, pois é quando a criança tem mais tendência de ficar inquieta, de chorar e incomodar a todos. Nós sempre tivemos voos tranquilos, sem choro, sem bagunça ou correria pelo corredor, sem “senta e levanta”, sem stress. Nossas preocupações com relação ao voo foram as seguintes:

Voo diurno ou noturno?

Minha indicação é: para voos longos, opte por noturno, período natural de sono das crianças. Para curtos, tente ao menos coincidir com o horário de soneca, quando possível.

Nossa primeira viagem com a Carol foi para Gramado, no Rio Grande do Sul, Brasil, quando ela estava com um 1 ano e 5 meses (aliás, já tenho outro post pronto explicando do porque esperamos até essa idade para viajarmos com ela).

O voo era de aproximadamente 1 hora e 20 minutos, então deu tranquilamente para pegarmos um diurno. Tentamos apenas coincidir o tempo de avião com seu horário de soneca da tarde. Não era essencial, mas deu super certo! Tanto na ida, como na volta, ela dormiu praticamente o tempo todo, sem nenhuma dificuldade.

A segunda viagem foi em outubro de 2015 para os Estados Unidos, com a Carol com 1 ano e 9 meses. Saímos de São Paulo para Nova York, em um voo de 10 horas, e voltamos de Miami para São Paulo, em outro de 8. Lá dentro fizemos mais dois voos internos, um de Nova York para Las Vegas, com aproximadamente 6 horas, e outro de Las Vegas para Miami, com um pouco mais de 5.

Como o tempo de avião era bastante longo, optamos por voos noturnos, para coincidir com seu horário de sono. Além disso, havia uma diferença de fuso horário de 3 horas a menos. Por isso, na ida, escolhemos um voo com uma decolagem bem tarde (perto da meia-noite) para que chegássemos lá num horário que fosse cedo, mas não de madrugada. Isso permitiu que ela já fosse se acostumando com o local.

Para a volta, pegamos uma opção mais cedo (por volta das 20h00), pois teríamos a diferença inversa de fuso e precisaríamos nos adaptar novamente ao horário brasileiro.

Nessa ocasião, por causa da agitação de aeroporto, sala de espera, etc., a Carolina demorou um pouco para pegar no sono no voo de São Paulo a Nova York. Mas mesmo enquanto acordada, ficou tranquila, sentada, brincando com seus brinquedinhos, distraindo-se com a revista do avião.

Já os deslocamentos internos nos Estados Unidos foram em dias diferentes (claro!), mas todos diurnos, pois queríamos descansar bem em cada um dos destinos. Nos dois casos, a Carolina dormiu em torno de 2 horas durante o voo e brincou sentadinha no restante, sem andar pelo corredor, pular na poltrona ou dar qualquer tipo de escândalo ou choro. Credito esse comportamento novamente aos brinquedinhos e a todo nosso longo esforço (bastante suado, por sinal!) de ensiná-la a esperar sentada sempre que a situação pede (depois escrevo sobre isso também, ok?).

A terceira viagem foi para Buenos Aires, na Argentina, em janeiro de 2016, já com 2 anos. Nesta, o voo foi de quase 3 horas e nossa preocupação foi menor, pois a Carol já estava maiorzinha. Escolhemos voos diurnos, tomando apenas o cuidado de não quebrar muito sua rotina, tendo que acordar mais cedo do que ela está acostumada. Ambos, o de ida e volta, foram durante a tarde e, assim como aconteceu nos outros, ela dormiu em torno de 2 horas e brincou tranquila no tempo restante.

Ir no colo ou em assento próprio?

O assento próprio para crianças só é exigido a partir de 2 anos. Antes disso, o bebê pode viajar tranquilamente no colo dos pais, sem ter que pagar nada a mais por isso.

A viagem para Gramado foi um teste para a viagem dos Estados Unidos. Fomos com a Carolina no colo e sentimos o que é ficar 1 hora e 20 minutos direto com um bebê nos braços, em uma poltrona estreita, sem muita alternativa para mudar de posição.

Para os Estados Unidos, então, decidimos comprar um assento exclusivo para a Carol, mesmo sem ela ter 2 anos. Acreditamos que o conforto dos pais e principalmente a segurança da criança justificam o gasto, já que a passagem é em torno de 60% o preço da de um adulto. Com seu próprio assento, é possível levantar os braços das poltronas contíguas e colocar a criança deitada no seu espaço, com o cinto de segurança ao redor da cintura. Foi o que fizemos com a Carol, permitindo que nós também descansássemos durante o voo.

Nos deslocamentos internos dos Estados Unidos também compramos um assento específico, por comodidade, conforto e segurança.

Cadeirinha exigida pelas companhias aéreas para o bebê viajar em assento próprio

Fica aqui um alerta! Quando compramos um assento para o bebê, é norma que a companhia aérea exija uma cadeirinha ou bebê conforto que caiba na poltrona do avião e que seja certificada para uso aeronáutico por um país membro da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI).

No momento da reserva, achei que não seria problema usar a cadeirinha que já tinhamos, pois acreditei que essa certificação fosse algo padrão, que viesse de fábrica em todos os modelos. Quando fui pesquisar, no entanto, vi que esse certificado só existe em peças fabricadas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa. A cadeirinha que usamos atualmente com a Carol é fabricada no Brasil e não possui o tal certificado. Sinceramente, essa “história da cadeirinha” foi o maior transtorno da viagem!

Minha busca para saber como era esse certificado e em qual cadeirinha o encontraria começou com a própria companhia. Fiz várias ligações ao atendimento, cheguei à ouvidoria através de emails e ligações e ninguém soube dizer como tinha era a certificação, se era um selo grudado na peça, algo escrito no manual da cadeirinha ou um documento que o fabricante deveria enviar. Nem a ANAC soube informar! Se restringiam apenas a dizer que não forneciam a cadeirinha e que a criança não poderia embarcar se não tivesse com uma certificada, sendo a verificação feita na hora do check-in.

Pesquisei também na internet alguma informação a respeito e todos os sites e matérias sobre o assunto apenas dizem que ela é necessária, mas também não dão maiores detalhes. E não adianta dizer que é a mesma que a gente usa no carro porque não é! As de carro normalmente não cabem na poltrona do avião, o que já é um primeiro empecilho.

Liguei na fabricante da cadeirinha da Carol  e explicaram que nenhuma feita no Brasil possui esse certificado, pois não é obrigatório. Nessa hora, pensei em usar o bebê conforto que comprei nos Estados Unidos. Fui ver a peça e lá está uma etiqueta na parte de trás do encosto com o aviso de adequação para aeronaves.

O que fizemos, então? Três semanas antes da viagem, pegamos esse bebê conforto e fomos até o balcão de check-in da companhia aérea para nos certificarmos de que poderíamos usá-lo, pois, mesmo enviando a foto do aviso por email para a ouvidoria da empresa, ninguém nos deu certeza do uso. Conversamos com o supervisor de check-in e fomos informados de que NÃO HAVIA NECESSIDADE DA CADEIRINHA!

Apesar de todo trabalho e transtorno, ficamos de certa forma aliviados, pois a Carol já estava muito grande para o bebê conforto e certamente, ao invés de deixá-la à vontade, a deixaria desconfortável.

Se a criança, portanto, tiver menos de 1 ano, acho válido levar o bebê conforto, desde que tenha a tal ceritificação, ou utilizar os bercinhos disponibilizados por algumas companhias. Esses berços ficam na primeira fila de poltronas da aeronave. Só verifiquem qual o procedimento de reserva solicitado, ok? Algumas companhias precisam ser avisadas com 3 horas de antecedência, outras com mais tempo.

Se o bebê for maior, como o caso da Carol, dá tranquilamente para viajar sem a cadeirinha. Nos pousos e decolagens, quando necessário, ela ficou no nosso colo, e foi tudo bem.

Assentos com mais espaços entre as pernas

Isso é algo que também é válido! No voo para os Estados Unidos, por ser mais longo, optamos também por assentos com mais espaços entre as pernas. São os que algumas companhias chamam de “assento conforto” ou “assento mais”.

Normalmente quem viaja com criança de colo já tem preferência nesses lugares, mas dificilmente temos a garantia de que os conseguiremos, sem pagarmos a mais por isso. Isso porque as companhias áreas deixam para disponibilizar 100% dessas poltronas apenas 24 horas antes do voo e elas acabam rapidinho.

Onde eles ficam? Normalmente nas primeiras fileiras da classe econômica, ou próximos aos banheiros. Os da saída de emergência também entram nessa classificação mas são proibidos para crianças.

Prioridade no check-in e embarque

Quem viaja com criança de colo tem prioridade no check-in e no embarque. Não se acanhe de fazer uso desse “privilégio”, pois viajar com criança é, sim, mais trabalhoso e vale a pena!

Normalmente, as companhias aérea tem um balcão de check-in exclusivo para idosos, gestantes, portadores de necessidades especiais e, sim, passageiros com crianças. Se o balcão não estiver lá, peça a um funcionário para serem atendidos sem entrar na fila.

Quanto ao embarque, apesar de não ser obrigação legal, as companhias tendem a dar prioridade a quem está com criança pequena. Nós normalmente embarcamos nos primeiros grupos de chamada da companhia.

Na hora do desembarque, deve acontecer o oposto: crianças de colo devem sair por último, até por questões de conforto e segurança, com exceção de quando o tempo disponível para a conexão for curto.

Early Check-in e late check-out

Uma dica que não tem a ver com o voo diretamente, mas que acho muito válida é procurar sempre ter a opção do early check-in ou late check-out no hotel do destino de chegada e saída.

Normalmente o horário de check-in dos hotéis é às 14:00 e os de check-out, às 11:00. Se o voo chega super cedo no destino, como aconteceu conosco em Nova York, por exemplo, você fica sem um lugar para descansar um pouco, tomar um banho ou usar um banheiro com calma e tranquilidade. E convenhamos, com bebês e crianças, isso ajuda muito! Se tiver a opção, utilize esse serviço, ou avalie se não é o caso de pagar uma diária a mais. Nós fizemos isso na viagem dos Estados Unidos e fez toda diferença em nossa organização pós e pré-voo.

17 comentários em Viagem de avião com bebês | Voo

  1. Fernanda em 18 jul 2016

    Oi, vi seu post e achei super interessante, estou indo viajar com um bebe de 9 meses e estava com muitas duvidas! Obrigada pelas dicas, gostaria de saber em qual companhia voce foi e sebre o selo no bebe conforto, tem algum desenho especifico?

    • Fabiana Bellentani
      Fabiana Bellentani em 19 jul 2016

      Oi, Fernanda, tudo bem?
      Fico super feliz em saber que o post te ajudou a esclarecer algumas dúvidas! O objetivo era esse mesmo: fazer algo bem completinho. Acho que as preocupações são as mesmas de todas as mães e pais, né?
      Nós viajamos pela TAM (hoje LATAM) e o selo não tem desenho específico. Na verdade, é apenas um selo do fabricante, igual ao que tem as instruções básicas de uso que vem colado na lateral do bebê conforto. Vou tirar uma foto do selo que tem no bebê conforto da Carol e te envio por email, ok?
      Beijos!

  2. Diogo Fedozzi em 5 jan 2017

    Olá.
    Muito boas suas dicas. Irei para Orlando em novembro e minha filha completará 2 anos lá.
    Estava com muita duvida sobre a cadeirinha pois me informaram no momento da compra das passagens a necessidade. 
    Mas lendo seu post ficou claro a confusão que é, e também não levarei nada. Irá no assento do avião mesmo.
    Um mes mais ou menos antes da viagem farei igual vc, irei no check in da Latam pra confirmar.
    Na volta vc tb não levou nenhuma cadeirinha? Vc comentou q comprou um assento nos EUA. Você embarcou com ele ou não? 

    Obrigado e grande abraco 

    • Fabiana Bellentani
      Fabiana Bellentani em 8 jan 2017

      Oi, Diogo, tudo bem? Que bom que gostou das dicas! Não embarquei com a cadeirinha. Despachei como um dos volumes de mala. Abraços!

  3. Thais Riolfi em 28 jan 2017

    Ola!! Eu estou doida atrás de uma cadeirinha que tenha esse selo,mas até agora eu não consegui descobrir qual marca que tem. Tipo, se eu comprar uma cadeirinha nos EUA, com certeza ela vai ter essa especificação, ou só algumas marcas ou modelos que tem? Voce pode me enviar, por favor o selo pelo meu email?
    Qual eh a marca do seu bebê conforto?
    Obrigada, você vai me a ajudar muito

    • Fabiana Bellentani
      Fabiana Bellentani em 14 fev 2017

      Thais, bom dia! Te respondi por email, ok? Bjs!

  4. Andressa em 7 mar 2017

    Olá Fabiana, li seu post e continuo na dúvida se a minha é homologada ou não.. Eles dizem que precisa como conforme você relatou não acho em nenhum lugar mais informações sobre. Meu filho tem 01 ano e 02 meses, é grandinho, mas achamos mais seguro que ela vá no bebe conforto, caso haja turbulências. Temos o b-agile da britax, você sabe dizer se é homologada. Imagino que se ele for no assento seja mais confortável pre ele, mas temos medo de o cinto do avião não ser seguro o suficiente para ele. O que você acha? Obrigada pela atenção.

    • Fabiana Bellentani
      Fabiana Bellentani em 14 mar 2017

      Oi, Andressa, tudo bem?

      Sem dúvida nenhuma, com 1 ano e 2 meses é muito mais seguro que ele vá no bebê-conforto. O cinto do avião não vai seguir segurá-lo bem. Se o seu bebê-conforto for o B-Safe, usado no Travel System junto com o B-Agile, ele é certificado sim. Vou te enviar por email uma foto do certificado, ok?

      Bjs!

  5. Ana Maria em 7 jun 2017

    Boa-noite

    Mesmo lendo seu post ainda continuo em duvida. Vamos viajar com minha sobrinha de 2 anos e 3 meses de São Paulo para Porto Alegre-RS. Compramos passagem para ela por conta da idade, mas não consigo informações precisa sobre o uso da cadeirinha.
    Sendo necessário a cadeirinha, sabe me informar alguma marca que apresenta dimensões que caiba na poltrona do avião? Se não for necessário o uso no avião a cadeirinha pode ser despachada sem contar peso para a bagagem?
    Estamos perdidos, sem saber o que fazer, primeira viagem com criança.
    Obrigada pela atenção.
    Ana Maria

    • Fabiana Bellentani
      Fabiana Bellentani em 21 jun 2017

      Oi, Ana Maria, tudo bem?

      Pela legislação, é necessário sim ter uma cadeirinha para a criança. Porém, nenhuma companhia aérea faz a exigência. Todas as vezes que viajamos com a Carol em assento próprio, não levamos cadeirinha nenhuma. Ela foi sentada na poltrona, sem maiores problemas. Apenas na decolagem e aterrisagem que pediram que segurássemos ela no colo.

      A princípio e diferentemente do carrinho, a cadeirinha conta como bagagem. Se a intenção é alugar carro no destino da viagem, melhor verificar a possibilidade de locação da cadeirinha.

      Fico à disposição, ok?

      Beijos!

  6. Monalisa em 26 jun 2017

    oi Fabiana

    , poderia me ajudar , estou a viajar mes que vem com minhas filhas, uma de 1 ano e 5 meses
    e a outra com 2 meses, porem nao encontro a cadeirinha pra minha filha com o selo, então lendo seu blog lembrei que comprei o carrinho e o bebe conforto nos USA pra minha primeira filha, voçe sabe me dizer, se o modelo da Graco Modes Travel System, Francesca possuem o selo da FAA, me fala por email, ou poderia me manda como e esse selo no bebe conforto. obrigada

  7. Madrison Neumann em 25 ago 2017

    Boa tarde!
    Adorei o seu post!
    Estamos planejando uma viagem ao EUA qnd minha filha tiver 2 anos e 2 meses, pelo tamanho e idade, ela não caberá mais no bb conforto, mas já percebi nos voos domésticos, que sem a cadeirinha ela ficará mt desproporcional a mesinha dê refeição, vc sabe ql modelo de cadeirinha podemos comprar aqui no Brasil que tbm seja regulamentado lá p uso em carros? Estamos planejando alugar um carro lá…
    Obrigada pelas dicas!!!

    • Fabiana Bellentani
      Fabiana Bellentani em 20 dez 2017

      Olá, Madrison, tudo bem?

      Minha sugestão é não levar cadeirinha e alugar uma lá nos EUA com a locadora de automóveis ou comprar uma assim que chegarem.

      Com 2 anos e 2 meses, apesar de pequena, sua filha poderá comer com tranquilidade durante o voo. Ela não precisará estar exatamente encostada na mesinha, até porque provavelmente você a ajudará. Nós viajamos com nossa filha em voos longos, com aproximadamente 10 horas, quando ela tinha 1 ano e 9 meses sentada na cadeira e foi bastante tranquilo. Aliás, acho que, se estivéssemos com a cadeirinha, ela teria ficado impaciente.

      Cadeirinhas para crianças dessa idade são grandes e acabam sendo um “trambolho” em viagens internacionais. E é muito fácil alugar uma lá. Ou melhor, compre a cadeirinha lá, que é muito mais barata que aqui, use durante a viagem no carro que alugarem e depois tragam para o Brasil. Guardem a caixa e tragam na caixa mesmo, no lugar de uma das bagagens. Vale a pena!

      Beijos!

  8. Andressa Cristina em 3 nov 2017

    Olá gostaria de tirar uma dúvida… Vou ir viajar agr em dezembro e meu filho tem 2 anos e 5 meses, gostaria de saber se há necessidade dessa cadeirinha pra ele e qual seria essa cadeirinha esse certificado… Estou muito perdida essa é a primeira vez q vou viaja de avião… Agradeço

    • Fabiana Bellentani
      Fabiana Bellentani em 20 dez 2017

      Oi, Andressa, tudo bem? Te mandei a resposta por email também, ok?

      Com 2 anos e 5 meses, as companhias aéreas não exigem mais a cadeirinha, apesar de ser legalmente necessário. Quando minha filha estava com 1 ano e 9 meses fizemos uma viagem internacional com ela de 10 horas, sem qualquer cadeirinha, e não tivemos problema algum. Ela foi no assento dela e, como era pequena, conseguiu deitar e dormir na própria cadeira.

      De qualquer forma, o certificado é o anexo. Espero que tenham uma ótima viagem e, se precisar de mais informações, por favor, me avise.

      Beijos,

  9. Aline em 29 nov 2017

    Boa noite, Fabiana!
    Amei suas dicas! Estamos com o mesmo problema em relação a caderinha do carro, que não é certificada, mas nosso filho, apesar de ficar bem apertadinho, ainda cabe no bebê conforto que temos que é Britax B Agile. Li aqui nos comentários que você enviou o certificado dele por email para um dos leitores. Poderia me enviar também? Ficarei muito grata. Estamos fazendo de tudo para que nossa viagem de férias transcorra sem nenhum problema, mas as empresas realmente não cooperam. Obrigada

    • Fabiana Bellentani
      Fabiana Bellentani em 20 dez 2017

      Oi, Aline, tudo bem?
      Te enviei por email, ok? Ótima viagem!
      Bjs,

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